terça-feira, 5 de agosto de 2008

História do Mountain Bike

O Mountain Bike surgiu no final dos anos 70, quando um grupo de jovens ciclistas começou a freqüentar as trilhas das montanhas da Califórnia. Eram basicamente bikers de estrada, que começaram a buscar um novo estilo no ciclismo. As trilhas e estradas de terra, mesmo longe de serem encaradas por bikes speed, acabaram por conquistar estes jovens ávidos por novas emoções.
Para poderem encarar as trilhas e despencar morro abaixo, e como não existiam quadros apropriados, passaram a utilizar quadros de bikes cruisers (muitos da marca Schwinn). Então, bastou acrescentar alguns componentes (câmbio, pneus maiores e freios mais eficientes), para iniciarem no novo esporte que começava a surgir. Cria-se assim, as formas básicas das mountain bikes.
Specialized StumpJumper 1982 e a Stumpjumper 2008.
Com o tempo, os grupos de praticantes do mountain bike foram aumentando em número e tamanho. E aos poucos, provas foram sendo organizadas, e uma das primeiras competições do mountain bike foi o Repack Downhill, um tipo de downhill realizado aos finais de semana em Mount Tamalpais, na Califórnia. Famosa, passou a ser considerada a mola propulsora do esporte, reunindo competidores que buscavam novos limites, desafiando as precárias bikes e a técnica da época. Dali saíram os futuros atletas que marcaram o mountain bike, como Ned Overend.
Tom Ritchey e Gary Fisher foram, além dos primeiros a praticar, os que deram os primeiros passos para a comercialização do Mountain Bike. Tom Ritchey foi talvez quem mais contribuiu para o desenvolvimento de novos quadros e materiais para o esporte. Além de correr, construía e desenvolvia quadros e componentes artesanalmente (sendo ele o responsável pelo atual design dos quadros, tipo diamante, proveniente das bikes speed), ao lado de Gary Fischer que adaptou e desenvolveu vários componentes, como o câmbio. Ambos têm hoje suas respectivas empresas, a Ritchey e a Gary Fischer Bikes.
Salsa Scaboni de 1982 e a atual Salsa Ekaboing de 2008.
Na união das potencialidades de cada um, mais a de Charles Kelly (que comercializava as bikes e hoje é um dos principais historiadores do esporte), criaram a Mountain Biker, primeira empresa a produzir, mesmo em escala reduzida, bicicletas destinadas diretamente para o novo esporte.
Mas o esporte tomou o mercado quando Mike Syniard, fundador e presidente da Specialized, apostou no novo esporte e na sua potencialidade. Comprou alguns quadros fabricados por Ritchey e enviou-os para o Japão, para serem copiadas e produzidas em série. Cria-se então a StumpJumper, a primeira mountain bike de sucesso comercial e que mais tarde se tornaria um mito. A união de Ritchey com Syniard acabou por lançar o esporte ao mundo definitivamente.
Como esporte, o mountain bike cada vez mais acumulou adeptos, sendo hoje encontrada em quase todas as regiões do mundo. Nunca um esporte se espalhou tão rápido. Isto talvez se deva ao fato de aproximar as pessoas cada vez mais da natureza, do prazer e da adrenalina propiciada ao praticante, e de contribuir no condicionamento físico.
Schwinn Akon 1988 e Schwinn Mesa 2007.
Trek 8700 de 1991 e a Trek Elite 99 2008.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Vélib... as bikes públicas de aluguel.

E o sucesso das bicicletas coletivas Vélibs não pára de ganhar novas cidades. Depois de Washington, nos Estados Unidos, é a vez do Estado do Rio de Janeiro anunciar o interesse pela implantação do sistema.
As Vélib começaram a circular na capital francesa em julho de 2007 e rapidamente conquistaram a simpatia do público francês. Sistemas semelhantes ao parisiense já estão nas cidades de Lyon, Barcelona, Londres e em muitas cidades alemãs e outras européias.
O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou em Paris que vai trazer para o Rio de Janeiro o sistema e implantá-lo em algumas cidades fluminenses, começando por Niterói.
Segundo o Governador, o objetivo é integrar a bicicleta como nova opção de transporte. "A bicicleta no Brasil é vista como um instrumento de lazer, nós queremos que ela se transforme em um instrumento do quotidiano, integrado à rede pública de transporte".
Em Paris já existem em funcionamento mais de 1.400 estações com cerca de 20.500 bicicletas. Por uma pequena anuidade (29 euros em Paris), qualquer cidadão pode se associar ao sistema e receber uma carteirinha para usar as bicicletas, que ficam espalhadas em pontos estratégicos da cidade, em bicicletários-estações. O projeto teve um custo de aproximadamente 90 milhões de dólares e foi custeado por uma empresa de mobiliário urbano. A mesma responsável pelos pontos de ônibus e painéis publicitários em diversas cidades do mundo, inclusive no Rio de Janeiro e São Paulo. Além dos enormes benefícios para a cidade, foram também gerados 400 empregos diretos na manutenção e implementação do sistema.
O sistema carioca prevê a utilização de um chip de telefonia celular para a localização das bicicletas, como se faz em algumas cidades da Alemanha. Inicialmente, as estações irão ligar os bairros das cidades de Niterói, Volta Redonda e Resende até as estações de trem, metrô, ônibus e barcas.

terça-feira, 29 de julho de 2008

KATALAMA CAMPEÃO CARIOCA DE XC 2008

Katalama Bike Shop Campeão Carioca xc 2008 categoria Estreante B...
No dia 20 de julho, domingo de muito sol e calor em Campo Grande, foi realizada a ultima etapa do Campeonato Carioca de Cross Country de onde a equipe Katalama Bike Shop se consagrou Campeã na categoria Estreante B, acima de 30 anos. Com uma corrida prejudicada pela corrente que insistia em sair, e pensando apenas no resultado no campeonato, o ciclista Leo da Katalama terminou a prova em sexto colocado e na somatória dos pontos dos dois terceiro colocado na primeira e segunda etapa saiu da Pista Oficial do Campeonato Carioca de XC com o título.
Tivemos ainda a participação de Gustavo e Guilherme nas caterorias Mirim A e B.
Um empurrãozinho na largada ...
Concentração Total na Largada ...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Curiosidades do Mundo da Bike

sexta-feira, 6 de junho de 2008

CRIANDO UM NOVO PNEU

Todo pneu de bike, para ser criado passa por um processo longo e demorado, mas tudo começa com uma idéia na cabeça, lápis e papel. As vezes uma simples converça com ciclistas, atletas ou até mesmo vendedores pode se tornar um novo desenho.

Com a idéia na cabeça, é passado para o papel o formato dos cravos, o sentido de giro do pneu e o desenho da banda de rodagem do novo pneu.
Com a idéia geral do pneu desenvolvida e passada para o papel, o desenho é recriado num programa de modelagem virtual em 3D, definindo as medidas e dimenções para criar um molde para a produção de um protótipo.
Apartir do desenho em 3D, é feito um molde em polímero para poder analizar as medidas e os formatos dos cravos e da banda de rodagem.
Feita todas as alterações e correções em cima do molde do protótipo em polímero, o próximo passo é o desenvolvimento do desenho técnico do novo pneu com todas as medidas e especificações para a produção do protótipo final e em seguida do molde definitivo.
Com o molde definitivo, são produzidos pneus protótipos reais para serem testados em laboratório e em campo para ser definito o tipo de composto de borracha que o novo pneu será produzido e assim ser apresentado ao mercado.
Os protótipos são testados por ciclistas profissionais e atletas em competições de vários tipos e são aprovados ou reprovados. Os novos pneus aprovados vão para a linha de produção e os reprovados voltam para a fábrica e seu desenho é alterado até chegar num modelo ideal.
Texto: Pneus Geax

sábado, 31 de maio de 2008

Pneus Maxxis ou CST ?

Para simplificar a história, a Maxxis e a CST são a mesma empresa.
A Cheng Shin Tire ou CST, maior fabricante de pneus no mundo, no segmento de bicicletas, foi fundada em 1967 em Taiwan, fabricando, a princípio, pneus para bicicletas e atuando apenas na Ásia. Com o crescimento contínuo a empresa estendeu seu alcance para alem da Ásia e expandiu para outros segmentos como carros, motos, caminhões e etc.
Atuando atualmente em nove países, na Ásia, Europa e América, a CST adotou o nome Maxxis para ter uma melhor aceitação no mercado Americano e Europeu. Hoje com nove fábricas, na China, Taiwan, Japão, Tailândia, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Canadá e Estados Unidos, emprega mais de 15 mil funcionários e comercializa seus produtos para mais de 130 países pelo mundo.